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Comportamento do consumidor no Pós-Covid-19 : entendendo o significado de comunidade.

Como as pessoas irão comprar? O que irão procurar? Qual serão seus novos desejos? Valores? Haverá um novo? Para onde eu devo seguir como marca? Convido você para refletir comigo.



Há algumas semanas fui impactado pela frase destacada entre stories Desde então ela vem martelando na minha cabeça, mas porquê? Em meio à Pandemia do coronavírus, muito se pergunta sobre o comportamento do consumidor no pós-isolamento social, o “novo normal”.


“Não haverá um (único) novo comportamento do consumidor, porque não existia um único tipo de consumidor. Como também não vai haver um (único) novo futuro, porque hoje existem diversos presentes” André Carvalhal

Não tem como concordar mais com a frase que “não haverá um (único) novo comportamento do consumidor, porque não existia um único tipo de consumidor”. Nunca houve! Cada consumidor é uma pessoa, formada por inúmeras e diferentes experiências, construindo sua própria jornada e visão de mundo. Cada jornada é construída com histórias e se comporta de forma única, criando seu universo individual.


A partir disso, desenvolvemos diferentes emoções e comportamentos para diferentes situações, e assim acontece com a relação com as marcas. Um exemplo prático é o Nubank, que criou uma comunidade gigante de "roxinhos" em que cada cliente tem um perfil diferente de compra, mas todos tem algo em comum: não aguentam mais os bancos tradicionais.



Na necessidade de transmitir seus valores, de acordo com as estratégias de marketing / sales, em grande parte, as empresas criam clusters de consumidores, baseados em dados demográficos, socio-econômico e gênero. Não está errado o raciocínio, mas quando pensamos que existem centenas de milhares de universos particulares, como se comunicar acertivamente e saber diferenciar o “seguidor” da marca e “cliente / consumidor”? A importância disso eu falo mais a seguir.


O mesmo produto é comprado em momentos diferentes, por diferentes pessoas, que não necessariamente fazem parte do cluster da marca. Por exemplo: uma mesma bolsa pode ser comprada para você ou como um presente para mãe, esposa, filha, uma amiga ou uma pessoa querida.


Roberta Silva, DPM (Distributor Partner Manager) da Redbull Brasil, conta sua experiência: “Uso perfume masculinos há anos, em especial Acqua di Giò. Adoro a marca, o lifestyle, mas sempre que vou comprar me perguntam se estou levando para meu pai, ou meu namorado. Entendo ser masculino, mas então não é para mim? ”, questiona.

O mesmo questionamento faz o jornalista da Carta Capital, Alexandre Putti: “A própria ‘dona de casa’ se transformou. Hoje vemos as marcas de limpeza falando de forma mais abrangente, como homens em campanhas, mas ainda há uma predominância de imagem feminina. Só mulher limpa a casa? ”, pergunta ele.


Existe uma coisa importante por trás do branding que é sabida, porém, esquecida muitas vezes. Estratégia de marketing, pilares, pricing, posicionamento, linguagem, passion points, todos esses e diversos outros artifícios são usados para construir a estretégia de marca e seu universo.


Quando a marca tem e enxerga seu universo, ela trabalha campanhas, conteúdos, ações com influencers, garotxs propaganda, marketing de guerrilha, somado a isso os itens de estratégia. Com essas ações ela ganha vida própria. Mais que isso, ela cria sua própria comunidade, pessoas de diferentes condições sócio-econômicas ou demográficas consomem e seguem os valores da marca. As pessoas querem pertencer a esse universo. E aqui temos o elo entre “universo particular” + “universo de marca” = comunidade.



Um exemplo dessa equação é a Manu Gavassi. A cantora trabalha sua marca pessoal conversando com a sua comunidade como uma pessoa que independente da fama ela tem problemas comuns como qualquer garota, o que gera um sentimento de pertencimento. Com o BBB20 e a sua série "WHO THE FUCK IS MANU GAVASSI?" a cantora tem mais de 15 MILHÕES de seguidores na sua conta do Instagram


Um fato importante para nossa reflexão: o COVID-19 não é criador de tendências. Vemos em relatórios o tema sempre associado como; “Coronavírus: Aceleradores globais de têndencia”, WGSN. Tendo essa premissa, olhar para o futuro é olhar para o passado, que era o nosso presente antes da pandemia. Santuário particular, tendência de maior tempo em casa pela nova geração, questões ambientais, economia com propósito, realidade aumenta, foco na família, ações de inclusão social, entre outros, ganham mais força e mais palco nesse momento. (fonte: WGSN).


Acredito que ao pensar em uma estratégia de marketing, é necessário observar quais pontos a comunidade da minha marca esta olhando e se desenvolvendo. É preciso contar verdade, mesclado com ações sociais, transparemtes e que gerem indentificação e pertencimento.


Nós na Cuco entendemos e acreditamos que cada marca possui seu próprio universo. O mesmo serve para as pessoas / consumidores com quem queremos nos relacionar. Quer entender melhor como é a sua comunidade e abraça-la como marca? Vamos bater um papo? Me manda um Whats, vai ser um prazer :)

Até a próxima,

JFV

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